quinta-feira, 27 de março de 2014

Paciência e aspirina.


Esse ano realmente vai exigir muita paciência e um estoque extra de aspirinas de nós, coxas.

Primeira partida da semi-final, nova derrota contra o Maringá, e novamente pelo placar de 2 x 1. 

E mais uma vez tivemos um primeiro tempo ridículo, podendo-se dizer que conseguiu ser pior que contra o Rio Branco, no sábado passado.

Já cansei de querer entender por que Dado reinventa a roda, deixa o meio sem marcação, insiste em usar Norberto fora de posição, e expõe nossa zaga (que já não é lá essas coisas) ainda mais à mercê dos ataques adversários. 

Já não bastando o buraco no meio campo, o lado esquerdo da zaga Coxa sofreu para segurar o "magnífico" Reginaldo, lateral direito do Maringá. O primeiro gol adversário originou-se de um cruzamento da direita, e tantos outros lances de perigo surgiram pelo mesmo lado. Dessa vez, Diogo foi no máximo razoável.

Deixando de lado as faíscas de futebol alviverde no primeiro tempo, novamente a equipe foi começar a reagir a partir do intervalo. Afinal de contas, qual é a mística do intervalo coxa-branca que muda a feição do time? Está se tornando tão enigmático quanto o tal "projeto" que nosso presidente apresenta a todos os que interessa.

No segundo tempo o Coxa foi melhor, muito por conta também do recuo do time da casa. O problema é que além de desperdiçar algumas poucas boas chances de gol, o Coxa só foi encontrar as redes aos 37 minutos, com Júlio Cesar, após um cruzamento de Alex.

Agora, resta ao Verdão no jogo da volta ganhar pela diferença mínima para levar a partida para os pênaltis, ou abrir um diferença de mais de um gol para conquistar a classificação direta. 

E para quem pensa que será moleza, já adianto: prepare um saco bem grandão de paciência, e várias cartelas de aspirina, porque serão muito úteis para o jogo da volta.

E quanto ao time de Dado, já não há mais o que explique as primeiras etapas terríveis que ela joga. É melhor sempre aguardar os 45 minutos finais, pois só após o intervalo que nosso ilustre técnico consegue arrumar a equipe. 

Só lembrando, enquanto estamos no Paranaense esse tipo de situação ainda consegue ser revertida. Mas quando chegar o Brasileirão, como vamos ficar? 

Por favor, além das aspirinas e da paciência, mais um litro de Maracujina por favor, doutor.

SAV

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